Bom dia!
Estou escrevendo porque hoje acordei bem.
Então nada dos meus textos chatos por algum tempo.
Quero mais é ouvir Versailles, Moi dix Mois e D. A minha simpatia lírica pela violência estética, o sonho azul da loucura imortal daqueles que encontram seu paraíso interior, o legado da rosa.
Acho que essa postagem foi a que mais se pareceu com um diário propriamente dito.
É, pode ser divertido brincar de colocar as coisas no seu devido lugar.
Vamos tentar?
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
006, Noite.
Acordou atordoado, sentou-se na cama e, com a cabeça abaixada e entre as mãos, tentou lembrar o que havia sonhado. Não conseguiu. Lentamente pôs-se de pé e foi à cozinha, precisava de água. Acendeu a lâmpada, dirigiu-se à prateleira e tirou um copo do lugar quando percebeu aquelas letras em azul. Girando o copo pela mão, em busca do início da frase, conseguiu ler sem muita dificuldade a mensagem “sinto falta de você”. Repetiu em voz baixa não entendendo do que se tratava. A sede já não importava. Sentir falta de quem está ao lado é mais úmido que o oceano, mais seco que o deserto.
Algumas coisas simplesmente devem ser deixadas para que sigam seu próprio ritmo na dança cósmica do universo e sua dimensão amaterial.
Algumas coisas simplesmente devem ser deixadas para que sigam seu próprio ritmo na dança cósmica do universo e sua dimensão amaterial.
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